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  • Fonte: www.planetaguarani.com.br - 06/02/2012 - 10:31:22
  • Com a 2ª mini-meta atingida, Vadão analisa a primeira vitória fora de casa

  • Após a vitória Bugrina, primeira fora de casa, foi a vez de Oswaldo Alvarez conceder sua entrevista coletiva analisando o resultado e a atuação da equipe diante do São Caetano.

    “Era um jogo que nos preocupava, principalmente na condição física porque o São Caetano teve um dia a mais para se recuperar, alem disso sabíamos que o gramado estava fofo e temíamos alguma problema, mas os jogadores se superaram, o Oziel foi quem acabou sentindo e saiu logo no começo do segundo tempo, depois o Fumagalli também já mostrava estar muito cansado e até falou comigo, os jogadores se superarm mais uma vez, e alem de terem se superado, fizeram uma grande partida” assim Vadão analisou a partida e algumas das substituições.

    “Nosso primeiro tempo tinha sido bom e para o segundo faltava o algo mais, ele acabou sendo excelente. Voltamos diferentes, estávamos ultrapassando, mas a bola não estava chegando, já no segundo tempo o Fabinho chegou mais, o próprio Danilo e esse é nosso estilo de jogo. Acho que o segundo tempo foi bem melhor que o primeiro, embora ache que o primeiro tempo tinha sido bom, mas tenha deixado faltar o algo a mais para nos dar a vitoria. Temos que jogar assim, buscando a vitória independente de ser em casa ou fora, não podemos jogar toda nossa pontuação só nos jogos em casa porque podemos tropeçar jogando lá também, hoje ganhamos três pontos fora”.

    “Hoje o Fabinho começou pela esquerda no primeiro tempo, depois eu o puxei para a direita porque o Oziel estava descendo pouco e o time estava penso. No segundo nós conversamos, ele continuou na esquerda e nós passamos a ultrapassar com facilidade. Como eles foram revezando os laterais e não eram jogadores da posição, a marcação deles ficou um pouco deficiente e nós conseguimos chegar mais a frente, principalmente com o Fabinho que mais uma vez fez uma partida muito boa”.

    Outro fator comemorado pelo técnico Bugrino foi o fato de a equipe ter atingido nesta partida a pontuação total esperada para a segunda mini-meta. Ele já havia dito que esperava esta pontuação nesta partida e agora comemora o fato de o Bugre ainda ter mais três pontos em disputa para poder ganhar mais fôlego na sequência da competição.

    Vadão também não escondeu sua preocupação com lesões e problemas físicos: “Já conversei com todos eles, nosso trabalho de preparação tem sido intenso, por isso pedi para quem tiver alguma dorzinha que vá procurar o departamento médico, eles chegarão agora à noite, descansarão e amanhã, se sentirem alguma coisa, podem procurar o DM. Os jogadores estão conscientes e agora podemos conseguir uma vitória sobre a Portuguesa em casa, mas temos que respeitar muito, porque a Portuguesa tem uma grande equipe”.

    “Hoje nós repetimos o método usado contra o São Paulo, quando o adversário abre tr5es atacantes, e o Mogi abriu e a gente não cobriu, perdemos por 3×0. Aquilo serviu de lição para nós e a partir de agora nós já sabemos, quando a equipe vier com três atacantes este é o esquema que nós vamos utilizar. Nem sempre vai dar certo porque o adversário também joga, a gente não joga sozinho, mas nos dois últimos jogos a equipe se comportou muito bem”.

    Na pergunta seguinte Vadão dscontraiu ao fazer uma cmoparação sobre o momento em que anunciou que assumiria o Guarani e alguns comentários que poderiam dizer que ele estria maluco, e que hoje essas mesmas pessoas poderiam dizer que foi uma bela opção, diante da boa campanha no inicio: “Quando o treinador não é louco ele é burro, essa é a vida do treinador, mas eu acreditei” descontraiu o treinador que seguiu falando sobre este momento novo no clube: “O Mingone quando me chamou me disse que daria um jeito e que eu ficasse tranqüilo, ele disse que teríamos algumas dificuldades no primeiro mês, mas foi muito humilde ao dizer que estava me trazendo e ao Gersinho porque não saberia montar o time, ele disse que eu teria que montar porque ele teria que correr atrás do dinheiro. Depois veio o Claudio (Corrente) que nos ajudou bastante, o Roberto Constantino que também está ajudando demais, ele até se concentrou junto com a gente no jogo passado contra o São Paulo, são pessoas que não são remuneradas e que estão ando o melhor par aajudarem o Guarani, nós formamos uma família realmente e eu espero que ela se mantenha, porque o futebol quando vem muita gloria tem que ter cuidado com a vaidade, como eu não sou vaidoso eu me policio e acabo policiando todos os outros, jogadores, comissão, diretoria, torcida e até vocês da imprensa” finalizou.

    Marcos Ortiz
    Redação Planeta Guarani
    marcos@planetaguarani.com.br

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